Referências Bibliográficas
ASSIS, H. A importância da adequação de atividades desenvolvidas nas instituições de
amparo a idosos e sua relação com as atividades realizadas na vida pregressa. 1999. 180
f. Dissertação (Mestrado) – Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 1999.
AYALA, E.Z.L. Como conseguir melhor rendimento no trabalho de equipe. Rev. Paul. Hosp.
São Paulo, v.26, p.219-227, jul. 1979.
ANTUNES, A.V e SAT’ ANN, L.R. Satisfação e motivação no trabalho do enfermeiro. Rev.
Bras. Enf. Brasília v.49, n.3, p.425-434, jun./set. 1996.
BERLO, D.K. O processo da comunicação: introdução à teoria e a prática. 8ª ed. São
Paulo:Martins Fontes, 1997.296p
CIANCIARULO, T J. (org) Instrumentos básicos para o cuidar: Um desafio para a
qualidade de assistência. São Paulo: Atheneu, 1996. 154p.
KRON, T. e GRAY, A. Administração dos cuidados de enfermagem ao paciente:
colocando em ação as habilidades de liderança. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 302p.
PINTO, I.C. Caracterização da população idosa, atendida em uma unidade básica de
saúde. 1993. 142f. Dissertação (mestrado) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto,
Ribeirão Preto, 1993.
SILVA. M.J.P. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações pessoais em
saúde. São Paulo: gente, 1996.133p.
STEFANELLI, M.C. Comunicação com paciente: teoria e ensino. 2. Ed. São Paulo: Robe,
1993.200p.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
COMUNICAÇÃO
O que é comunicar?
A palavra “comunicar” provém do latim Comunicare e significa “pôr em comum”.
Comunicar é um acto fundamental da vida humana, não podemos não comunicar, estamos sempre em interacção com alguma coisa ou com alguém.
Significa, assim, transmitir uma mensagem (ideias, sentimentos e experiências) entre pessoas que conhecem o significado daquilo que se diz e faz.
Por outro lado, a comunicação é o mecanismo através do qual as relações humanas existem e se desenvolvem.
É a fonte de mensagem da informação. Simboliza quem inicia o processo de comunicação. Pensa, codifica e envia a mensagem.
- Canal de transmissão- Emissor
Tem como função estabelecer a ligação entre o emissor e o receptor da mensagem. Representa o meio através do qual a mensagem é transmitida.
Exemplos: TV, telefone, carta, rádio, TV, meios informáticos.
- Receptor
Representa que recebe e descodifica a mensagem.
- Mensagem
Aquilo que se pretende transmitir.
- Código
Conjunto de elementos com significado organizados, segundo determinadas regras, que são aceites pelo emissor e pelo receptor.
- Ruídos
São perturbações ao processo de comunicação.
- Retroinformação (feedback)
É a resposta que o receptor da mensagem efectua. Pode ser encarada como a medida do resultado da informação.
Para que possa existir comunicação, têm que existir alguns elementos:
Esquema Comunicacional Os sons, os gestos, os sinais e as imagens podem transmitir uma informação, um sentimento ou uma intenção que, numa comunidade, deverão ser entendidos de forma clara e simples. É através dos nossos sentidos (visão, audição, olfacto, gestos e tacto).
Problemas que podem ocorrer durante a comunicação:
-supressão total ou parcial da mensagem;
-deformação da mensagem;
-perda de produtividade (velocidade menor, esforço maior)
O que são os ruídos na comunicação
São todas as perturbações, distorções de significado que ocorrem no processo de comunicação e que não são pretendidas pela fonte, mas que afecta a recepção da mensagem no seu destino e, deste modo, a quantidade de qualidade de informação desejada que pode ser enviada numa dada situação, num determinado tempo.
Os ruídos podem interferir em diversos pontos do processo de comunicação:
Emissor – Palavras mal pronunciadas ou prenunciadas num tom de voz demasiado baixo, perturbações de fala, etc.
Receptor – distracção, deficiência ou incapacidade visual ou auditiva.
Código – gralhas, utilização de códigos diferentes.
Canal – interferência radiofónica, papel sujo, barulho no meio envolvente.
Tipos de ruídos
Ruídos Sonoros: o gaguejar do emissor, o ruído produzido por um avião, burburinhos, conversas paralelas à mensagem...
Ruídos Visuais – cores e contrastes agressivos, tudo aquilo que choque o nosso sistema visual, … Ruídos Olfactivos – perfumes intensos, maus cheiros, tudo aquilo que interfere no nosso sistema olfactivo….
Ruídos Gustativos – pastilhas elásticas, chocolates, …
A comunicação efectua-se através de:
Comunicação Verbal
Oral – rádio, telefone, palestras, …
Escrita – jornais, revistas, circulares, cartas, sms…
Audiovisual – televisão, cinema, publicidade, …
Comunicação Não-Verbal
Gestual – Linguagem gestual, gestos dos sinaleiros,..
Codificada ou Simbólica – código morse, código de sinais de trânsito, …
Táctil – linguagem táctil dos cegos, leitura ou exame com a ponta do dedos, …
Os nossos comportamentos e a nossa postura também comunicam
A palavra “comunicar” provém do latim Comunicare e significa “pôr em comum”.
Comunicar é um acto fundamental da vida humana, não podemos não comunicar, estamos sempre em interacção com alguma coisa ou com alguém.
Significa, assim, transmitir uma mensagem (ideias, sentimentos e experiências) entre pessoas que conhecem o significado daquilo que se diz e faz.
Por outro lado, a comunicação é o mecanismo através do qual as relações humanas existem e se desenvolvem.
É a fonte de mensagem da informação. Simboliza quem inicia o processo de comunicação. Pensa, codifica e envia a mensagem.
- Canal de transmissão- Emissor
Tem como função estabelecer a ligação entre o emissor e o receptor da mensagem. Representa o meio através do qual a mensagem é transmitida.
Exemplos: TV, telefone, carta, rádio, TV, meios informáticos.
- Receptor
Representa que recebe e descodifica a mensagem.
- Mensagem
Aquilo que se pretende transmitir.
- Código
Conjunto de elementos com significado organizados, segundo determinadas regras, que são aceites pelo emissor e pelo receptor.
- Ruídos
São perturbações ao processo de comunicação.
- Retroinformação (feedback)
É a resposta que o receptor da mensagem efectua. Pode ser encarada como a medida do resultado da informação.
Para que possa existir comunicação, têm que existir alguns elementos:Esquema Comunicacional Os sons, os gestos, os sinais e as imagens podem transmitir uma informação, um sentimento ou uma intenção que, numa comunidade, deverão ser entendidos de forma clara e simples. É através dos nossos sentidos (visão, audição, olfacto, gestos e tacto).
Problemas que podem ocorrer durante a comunicação:
-supressão total ou parcial da mensagem;
-deformação da mensagem;
-perda de produtividade (velocidade menor, esforço maior)
O que são os ruídos na comunicação
São todas as perturbações, distorções de significado que ocorrem no processo de comunicação e que não são pretendidas pela fonte, mas que afecta a recepção da mensagem no seu destino e, deste modo, a quantidade de qualidade de informação desejada que pode ser enviada numa dada situação, num determinado tempo.
Os ruídos podem interferir em diversos pontos do processo de comunicação:
Emissor – Palavras mal pronunciadas ou prenunciadas num tom de voz demasiado baixo, perturbações de fala, etc.
Receptor – distracção, deficiência ou incapacidade visual ou auditiva.
Código – gralhas, utilização de códigos diferentes.
Canal – interferência radiofónica, papel sujo, barulho no meio envolvente.
Tipos de ruídos
Ruídos Sonoros: o gaguejar do emissor, o ruído produzido por um avião, burburinhos, conversas paralelas à mensagem...
Ruídos Visuais – cores e contrastes agressivos, tudo aquilo que choque o nosso sistema visual, … Ruídos Olfactivos – perfumes intensos, maus cheiros, tudo aquilo que interfere no nosso sistema olfactivo….
Ruídos Gustativos – pastilhas elásticas, chocolates, …
A comunicação efectua-se através de:
Comunicação Verbal
Oral – rádio, telefone, palestras, …
Escrita – jornais, revistas, circulares, cartas, sms…
Audiovisual – televisão, cinema, publicidade, …
Comunicação Não-Verbal
Gestual – Linguagem gestual, gestos dos sinaleiros,..
Codificada ou Simbólica – código morse, código de sinais de trânsito, …
Táctil – linguagem táctil dos cegos, leitura ou exame com a ponta do dedos, …
Os nossos comportamentos e a nossa postura também comunicam
COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO VERBAL
Comunicação é o processo de troca de informações entre um emissor e um receptor. Um dos aspectos que podem interferir nesse processo é o código a ser utilizado, que deve ser entendível para ambos. Quando falamos com alguém, lemos um livro ou revista, estamos utilizando a palavra como código. Esse tipo de linguagem é conhecido como linguagem verbal, sendo a palavra escrita ou falada, a forma pela qual nos comunicamos. Certamente, essa é a linguagem mais comum no nosso dia-a-dia. Quando alguém escreve um texto, por exemplo, está usando a linguagem verbal, ou seja, está transmitindo informações através das palavras. A outra forma de comunicação, que não é feita nem por sinais verbais nem pela escrita, é a linguagem não-verbal. Nesse caso, o código a ser utilizado é a simbologia. A linguagem não-verbal também é constituída por gestos, tom de voz, postura corporal, etc. Se uma pessoa está dirigindo e vê que o sinal está vermelho, o que ela faz? Pára. Isso é uma linguagem não-verbal, pois ninguém falou ou estava escrito em algo que ela deveria parar, mas como ela conhece a simbologia utilizada, apenas o sinal da luz vermelha já é suficiente para ela compreender a mensagem. Ao contrário do que alguns pensam, a linguagem não-verbal é muito utilizada e importante na vida das pessoas. Quando uma mãe diz de forma áspera, gritando e com uma expressão agressiva, que ama o filho, será que ele interpretará assim? Provavelmente não. Esse é apenas um exemplo entre muitos, para ilustrar a importância da utilização da linguagem não-verbal. Outra diferença entre os tipos de linguagens é que, enquanto a linguagem verbal é plenamente voluntária, a não-verbal pode ser uma reação involuntária, provindo do inconsciente de quem se comunica.
AUTO-ESTIMA
Apreço ou valorização que uma pessoa confere a si própria, permitindo-lhe ter confiança nos próprios actos.atos.atos e pensamentos
A auto-estima tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com auto-respeito. Ela reflecte o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades). Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e os outros.
Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas errado como pessoa. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento - às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo - reforçando, portanto, a incerteza.
Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima; reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim. Quando crianças, a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos - conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, em nossos primeiros anos de vida, as nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. Estamos longe de ser meros receptáculos da visão que as outras pessoas têm sobre nós. E de qualquer forma, seja qual tenha sido a nossa educação, quando adultos o assunto está em nossas próprias mãos
Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nós, ninguém pode nos dar autoconfiança e amor-próprio. Posso ser amado pela minha família, por meu companheiro ou companheira e por meus amigos e, mesmo assim, não amar a mim mesmo. Posso ser admirado pelos meus colegas de trabalho e mesmo assim ver-me como um inútil.
Posso projectar uma imagem de segurança e uma postura que iludem virtualmente a todos e ainda assim tremer secretamente ao sentir a minha inadequação. Posso preencher todas as expectativas dos outros e, no entanto, falhar em relação ás minhas; posso conquistar todas as honras e apesar disso sentir que não cheguei a nada; posso ser adorado por milhões e despertar todas as manhãs com uma nauseante sensação de fraude e vazio.
Porque é bom ter auto-estima? •Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota;
•Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual;
•Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como "estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos", uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples facto de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.
Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e optimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a auto-estima é expandir a nossa capacidade de ser feliz. A verdadeira auto-estima não se expressa pela autoglorificação à custa dos outros, ou pelo ideal de se tornar superior aos outros, ou de diminuir os outros para se elevar. A arrogância, a ostentação e a super-estima das nossas capacidades são atitudes que reflectem uma auto-estima inadequada, e não, como imaginam alguns, excesso de auto-estima. Uma das características mais significativas da auto-estima saudável é que ela é o estado da pessoa que não está em guerra consigo mesma ou com os outros.
A auto-estima tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com auto-respeito. Ela reflecte o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades). Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e os outros.
Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas errado como pessoa. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento - às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo - reforçando, portanto, a incerteza.
Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima; reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim. Quando crianças, a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos - conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, em nossos primeiros anos de vida, as nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. Estamos longe de ser meros receptáculos da visão que as outras pessoas têm sobre nós. E de qualquer forma, seja qual tenha sido a nossa educação, quando adultos o assunto está em nossas próprias mãos
Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nós, ninguém pode nos dar autoconfiança e amor-próprio. Posso ser amado pela minha família, por meu companheiro ou companheira e por meus amigos e, mesmo assim, não amar a mim mesmo. Posso ser admirado pelos meus colegas de trabalho e mesmo assim ver-me como um inútil.
Posso projectar uma imagem de segurança e uma postura que iludem virtualmente a todos e ainda assim tremer secretamente ao sentir a minha inadequação. Posso preencher todas as expectativas dos outros e, no entanto, falhar em relação ás minhas; posso conquistar todas as honras e apesar disso sentir que não cheguei a nada; posso ser adorado por milhões e despertar todas as manhãs com uma nauseante sensação de fraude e vazio.
Porque é bom ter auto-estima? •Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota;
•Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual;
•Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como "estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos", uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros;
•Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples facto de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.
Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e optimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a auto-estima é expandir a nossa capacidade de ser feliz. A verdadeira auto-estima não se expressa pela autoglorificação à custa dos outros, ou pelo ideal de se tornar superior aos outros, ou de diminuir os outros para se elevar. A arrogância, a ostentação e a super-estima das nossas capacidades são atitudes que reflectem uma auto-estima inadequada, e não, como imaginam alguns, excesso de auto-estima. Uma das características mais significativas da auto-estima saudável é que ela é o estado da pessoa que não está em guerra consigo mesma ou com os outros.
sábado, 24 de setembro de 2011
AGRESSIVIDADE: COMPORTAMENTO NÃO ASSERTIVO
Agressividade
O comportamento agressivo caracteriza-se pela tendência de querer dominar os outros, querer impor a vontade, ser autoritário, intolerante, irónico e recorrer à brutalidade.
A pessoa agressiva fala alto, gesticula excessivamente, interrompe os outros.
As consequências deste comportamento são o afastamento e a perda da confiança dos outros ou estimula a devolução de respostas e atitudes agressivas. É a guerra!
É também o rancor e espírito vingativo em face de situações menos boas vividas na infância.
Critica as pessoas, é autoritário e usa o sarcasmo e criticas para ganhar a discussão.
Resumindo:
Agressividade é a expressão de sentimentos, pensamentos e convicções de um modo que viola os direitos dos outros, (com recurso a formas inadequadas de expressão, como a zanga o tom de vós elevada, a ironia…). Poderemos dizer que é uma defesa unilateral de direitos: defendemos os nossos mas não queremos saber os dos outros.
O comportamento agressivo caracteriza-se pela tendência de querer dominar os outros, querer impor a vontade, ser autoritário, intolerante, irónico e recorrer à brutalidade.
A pessoa agressiva fala alto, gesticula excessivamente, interrompe os outros.
As consequências deste comportamento são o afastamento e a perda da confiança dos outros ou estimula a devolução de respostas e atitudes agressivas. É a guerra!
É também o rancor e espírito vingativo em face de situações menos boas vividas na infância.
Critica as pessoas, é autoritário e usa o sarcasmo e criticas para ganhar a discussão.
Resumindo:
Agressividade é a expressão de sentimentos, pensamentos e convicções de um modo que viola os direitos dos outros, (com recurso a formas inadequadas de expressão, como a zanga o tom de vós elevada, a ironia…). Poderemos dizer que é uma defesa unilateral de direitos: defendemos os nossos mas não queremos saber os dos outros.
PASSIVIDADE: COMPORTAMENTO NÃO ASSERTIVO
Passividade
A pessoa com comportamento passivo anula-se para concordar sempre.
Só pretende agradar aos outros. Para isso subestima os seus direitos e sentimentos, razão porque não recusa pedidos.
É incapaz de dizer não ou contrariar alguém.
Prefere sofrer, a falar a verdade.
Não olha fixamente nos olhos, desvia o olhar, baixa a cabeça, rói as unhas.
Não consegue comunicar, pois raramente fala mantendo-se isolado dos outros.
Torna-se, facilmente, vítima da agressividade e manipulação dos outros.
A pessoa passiva tem falta de auto confiança.
Toma atitudes defensivas e mexe muito com as mãos enquanto fala confusamente.
Resumindo:
Quando agimos de modo passivo estamos essencialmente a procurar agradar aos outros e a fugir a todo o custo de conflitos. E mesmo quando isto tem como consequência a violação da nossa integridade e o desrespeito pelos nossos direitos pessoais, tem muitas vezes o efeito imediato gratificante, pois não nos envolvemos numa discussão
A pessoa com comportamento passivo anula-se para concordar sempre.
Só pretende agradar aos outros. Para isso subestima os seus direitos e sentimentos, razão porque não recusa pedidos.
É incapaz de dizer não ou contrariar alguém.
Prefere sofrer, a falar a verdade.
Não olha fixamente nos olhos, desvia o olhar, baixa a cabeça, rói as unhas.
Não consegue comunicar, pois raramente fala mantendo-se isolado dos outros.
Torna-se, facilmente, vítima da agressividade e manipulação dos outros.
A pessoa passiva tem falta de auto confiança.
Toma atitudes defensivas e mexe muito com as mãos enquanto fala confusamente.
Resumindo:
Quando agimos de modo passivo estamos essencialmente a procurar agradar aos outros e a fugir a todo o custo de conflitos. E mesmo quando isto tem como consequência a violação da nossa integridade e o desrespeito pelos nossos direitos pessoais, tem muitas vezes o efeito imediato gratificante, pois não nos envolvemos numa discussão
MANIPULAÇÃO: COMPORTAMENTO NÃO ASSERTIVO
Manipulação

O comportament
o da pessoa manipuladora é artificial e procura a desvalorizar as capacidades dos outros.
Utiliza os outros como meios para atingir os seus objectivos, de forma tirar vantagens pessoais.
Para conseguirem o que querem, as pessoas manipuladoras distorcem informações, utilizando a chantagem, a mentira, a falsidade e fingindo assim sentimentos que não possuem.
São pessoas com falta de carácter.
São consideradas pessoas perigosas, passam por cima de qualquer um para vencer.
Resumindo:
A manipulação consiste em dar a entender que satisfazemos os direitos e necessidades dos outros mas apenas o fazemos para satisfação dos nossos. É aquele em que a pessoa expressa as suas necessidades ou preferências, emoções e opiniões de uma forma implícita ou indirecta.

O comportament
o da pessoa manipuladora é artificial e procura a desvalorizar as capacidades dos outros.
Utiliza os outros como meios para atingir os seus objectivos, de forma tirar vantagens pessoais.
Para conseguirem o que querem, as pessoas manipuladoras distorcem informações, utilizando a chantagem, a mentira, a falsidade e fingindo assim sentimentos que não possuem.
São pessoas com falta de carácter.
São consideradas pessoas perigosas, passam por cima de qualquer um para vencer.
Resumindo:
A manipulação consiste em dar a entender que satisfazemos os direitos e necessidades dos outros mas apenas o fazemos para satisfação dos nossos. É aquele em que a pessoa expressa as suas necessidades ou preferências, emoções e opiniões de uma forma implícita ou indirecta.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




