terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PATRIMÓNIO E ORGANISMOS

ACADEMIA REAL DA HISTÓRIA PORTUGUESA
Instituição fundada em 1720, por D. Manuel Caetano de Sousa, com o objetivo de realizar e promover os estudos historiográficos de Portugal e suas colónias. A Academia teve notável atividade na recolha de documentação e na execução de projetos coletivos de investigação, mas o seu período áureo não ultrapassou em muito a morte de D. João V, em cujo reinado nascera. Entrou em declínio, acabando por cessar as suas atividades.

ACADEMIA PORTUGUESA DE HISTÓRIA

HOJE
A Constituição de 1976 determina no seu Artº 78 que "incumbe ao Estado, em colaboração com todos os agentes culturais promover a salvaguarda e a valorização do património cultural, tornando-o elemento vivificador da identidade cultural comum."
Compete ao IPPAR-Instituto Português do Património Arquitéctonico e ao IPA-Instituto Português de Arquelogia - atribuições que serão assumidas pelo IGESPAR-Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, no âmbito da nova lei orgânica do Ministério da Cultura - proceder à inventariação e classificação dos bens culturais portugueses

Património Mundial, Cultural e Natural da UNESCO
Em 1972, a Organização para a Educação, Ciência e Cultura das Nações Unidas (UNESCO) redigiu a “Convenção Geral para a Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural”. Esta estabelecia o tipo de locais classificados como património natural ou cultural que pudessem ser inscritos na lista de Património Mundial, e criou o Fundo do Património Mundial e o Comité do Património Mundial. A Convenção estipula os deveres dos Estados-membros no que diz respeito à identificação dos locais potenciais e ao seu papel na protecção e preservação do Património Mundial, Cultural e Natural. Ao assinar a Convenção, cada país compromete-se a conservar não só os locais classificados como Património Mundial situados dentro do seu próprio território, mas também a proteger o respectivo património nacional.

Sem comentários:

Enviar um comentário